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Capes vai mudar Modelo do Mestrado Profissional

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai introduzir mudanças no modelo do mestrado profissional e espera a adesão dos bons cursos Master in Business Administration (MBA), informa o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães. "Dentro de alguns dias vamos ter uma portaria disciplinando o modelo do mestrado profissional.", disse ele.

De acordo com Guimarães, o novo mestrado vem com uma filosofia nova de avaliação, em que contam ponto os indicadores de prestação de serviços, consultoria, patente, software, protocolo de pesquisa ou de serviços. "Abre muito o conceito que a gente tem de indicador só de dissertação.", ele observa.

Em visita ao Centro de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE) em Limoeiro do Norte, ele assinalou que os MBA só têm vantagem ao entrar para o mestrado profissional, porque ganham o aval da avaliação e acompanhamento da Capes. Jorge Guimarães destacou que a modalidade tem a mesma validade nacional do mestrado acadêmico, sendo importante nos planos de carreira de todas as carreiras, sobretudo as do setor público.

Numa videoconferência de Limoeiro do Norte para as unidades do IFCE em Sobral e ao Instituto Centec em Fortaleza, o presidente da Capes, Guimarães informou que o novo mestrado profissional vai ser dedicado às áreas de gestão da educação, gestão da saúde, às áreas tecnológicas e de serviço. Indagado sobre a atuação da Capes em relação à inovação, o presidente da agência de fomento do MEC informou que foram aprovados cerca de R$ 20 milhões para 12 a 13 projetos dos R$ 150 milhões do edital de fluxo contínuo com isenção fiscal de até 85% para empresas.

De acordo com Jorge Guimarães, quando esta ação da Capes em parceria com os ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Econômico tiver R$ 80 milhões de projetos contratados, o ministro da Educação, Fernando Hadadd, irá chamar os bancos para financiar a iniciativa. A lei que rege a programa, segundo ele, não exclui o setor de serviços, como os supermercados que podem financiar agricultura orgânica e as empresas de transportes.

Fonte: Verdes Mares em 14/05/2009 às 14:48h

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